quinta-feira, 30 de abril de 2009

Nemesis - o décimo longa metragem


23 janeiro 2003: Star Trek - Nemesis - direção de Stuart Baird.

Deanna Troy e Will Riker se casam!
Mas vão ter que esperar pela lua de mel porque a nave vai investigar um sinal positrônico num planeta próximo a zona neutra.
Ali recolhem um andróide igual ao Data (mais um), B4, provavelmente o mais velho. A investigação fica em segundo plano quando a nave é enviada para Romulus onde um novo imperador, Shinzon, quer negociar com a federação.

E vamos para o território Romulano onde um clone de Picard assumiu o Império.
E ele quer a paz? Não. quer o material genético de Picard para não morrer. Pedir não era mais simples?

Os atores praticamente reprisam seus personagens.
O tom fica sobe Picard e a descoberta de seu clone levado a Remus para uma vida de escravidão após o plano de substituir o capitão ter sido descartado anos atrás.
Data e seu irmão parecem deslocados nessa estória, o simples fato de haver mais um androide fica falso (Data era para ser único, depois surgiu Lore,depois a suposta mãe e agora.. pra que outro?)
Ron Pearlman é o primeiro ministro remano irreconhecivel atrás DESTA maquiagem, coisa rara já que Ron é o cara que mais faz papéis com maquiagem pesada e é sempre reconhecido.

Altos para o casamento de Deanna Troi e William Riker (demorou), para Data cantando Blue Skies. Para um corrida no deserto de tirar o fôlego e batalhas belíssimas num fundo espacial colorido.
É o filme onde o Data é destruido. (pronto . contei)
Será que ele volta em B4???
Pra mim ficou faltando algo na estória, e nem sei bem o que. Talvez depois de tantos filmes de Jornada nas Estrelas eu esteja ficando exigente demais ou talvez eu goste mais do Data do que supunha.
Jamais tente assistir tudo num dia só.


obs.:

Os tres últimos filmes , os da nova geração, eu assisti num cinema de shopping.
Estranho como me dei conta de que gostava do tempo em que ir ao cinema era um evento. Motivo para se vestir melhor, encontrar amigos, passar algumas horas entre o sair e o voltar.. Era um passeio.
Hoje o cinema está ali , a duas ruas de distância. 14 salas com vinte filmes em exibição. Salas menores, telas menores, som melhor, ar condicionado, poltronas confortáveis, enfim, evolução.
Ainda assim sinto saudades das filas da avenida São João, do cheiro do carrinho de pipoca e do barulho dos carros na entrada do cinema.

Foram 23 anos ente o primeiro e o décimo filme. Uma geração. O próximo chegará com a proposta de recomeçar tudo de novo provavelmente para a próxima geração. Talvez ainda falaremos sobre o Star Trek Imax 3D com algum programa interativo nas poltronas e nos perguntaremos como é que alguém conseguia assistir a um filme projetado numa simples sala escura.....


O Futuro já começou.


Cine Comodoro

a tela com curvatura de 146 graus para projeção em cinerama
tinha 20 metros de largura por 7 de altura.

Sala de exibição modelo século XXI

Nas salas mais recentes o conforto do cliente está em alta. No Cinemark do Shopping Cidade Jardim as poltronas são de couro.

4 comentários:

THIAGO PAULO disse...

Não me considero um fã de Star Trek, mais, posso começar a ser... Tudo por causa do novo filme. Acho que esse filme foi o único que vi... e na tv aberta! Mais vou começar a correr atrás e ver a série clássica, os outros filmes, e até os da nova geração!

Há, o jornalista Fábio Barreto viu o filme...Recomendo que você leia o comentário dele no site: www.soshollywood.com... Você vai gostar!

Há, adorei o que escreveu sobre a evolução do cinema.. E muito legal você ver onde o primeiro filme foi exibido e onde o segundo será exibido.. A tecnologia é a coisa que mais avança no mundo... e eu adoro isso!!!!

Abraço!

Caio Coletti disse...

Bom, esse filme é complicado de comentar... muita gente fala mal, que foi feito por alguém que não conhecia Jornada, que não respeita o que os fãs queriam... eu, sinceramente, adorei. Foi emocionante, empolgante, cheio de ação excepcionalmente bem filmada e deveria ter sido um marco para os fãs da série só por trazer um final tão emocionante para uma geração que marcou época e vive no imaginário de quem assistiu até hoje. Juro que quase chorei no final, com Data cantando e todo aquele significado. Um filme que merece ser analisado mais uma vez.

Abraço

bones disse...

vou assistir de novo este Caio. Só que vai ser num dia neutro, sem mais nada na programação. quem sabe não descubro o que me incomoda nele.

Daniela disse...

Olá, Bones!

Obrigada por sua visita e seu comentario no post do Sunshine. Saudações aos seus gatinhos!

BONES-CINEMA-TV
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